Aumento nos Preços dos Combustíveis Marca Início de 2026 em Todo o Brasil
O Monitor de Preço de Combustível da Veloe/Fipe revelou que a gasolina subiu 1,6% na segunda semana de janeiro de 2026, atingindo R$ 6,41 por litro, e o diesel S-10 aumentou 0,53%. Os reajustes do ICMS em 1º de janeiro são os principais responsáveis por essa alta generalizada nos preços dos combustíveis em todo o Brasil. Estados como Rio Grande do Norte, Amapá e Santa Catarina registraram os maiores aumentos para gasolina, enquanto Rio Grande do Norte, Amapá e Roraima tiveram as maiores altas para diesel S-10. O etanol também subiu devido a fatores sazonais.
Tucupi

Destaque
Os preços dos combustíveis no Brasil iniciaram o ano de 2026 com uma tendência de alta generalizada, conforme apontado pelo Monitor de Preço de Combustível, um estudo mensal realizado pela Veloe em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O levantamento, divulgado pelo Jornal de Brasília (https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/gasolina-sobe-16-e-diesel-s-10-tem-alta-de-053-na-2a-semana-de-janeiro-diz-pesquisa/), revela que a gasolina registrou um aumento de 1,6% na segunda semana de janeiro em comparação com a última semana de dezembro, elevando o preço médio para R$ 6,41 o litro. Este movimento de encarecimento é atribuído principalmente aos reajustes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que entraram em vigor no primeiro dia do ano em todo o território nacional, impactando diretamente o bolso dos consumidores e a cadeia logística do país.
A análise detalhada dos dados mostra que a gasolina não foi o único combustível a sentir o impacto dos ajustes tributários. Em 1º de janeiro, a alíquota específica do ICMS para a gasolina foi reajustada em 6,8%, passando para R$ 1,57 por litro. Para o diesel, as alíquotas também foram elevadas em 4,4%, alcançando R$ 1,17 por litro. Entre os estados, o Rio Grande do Norte liderou os aumentos no preço da gasolina, com uma alta expressiva de 9,9% (+R$ 0,59), seguido de perto pelo Amapá, que registrou um avanço de 4,3% (+R$ 0,26), e por Santa Catarina, com uma elevação de 3% (+R$ 0,19), sublinhando a natureza abrangente da escalada dos preços em diversas regiões brasileiras.
O diesel S-10 também apresentou elevação, com um incremento médio de R$ 0,03 no período analisado, o que representa uma alta de 0,53%. Os maiores reajustes para este tipo de diesel foram identificados novamente no Rio Grande do Norte, com um aumento de 5,8% (+R$ 0,35), seguido pelo Amapá, com 5,2% (+R$ 0,34), e por Roraima, com 3,3% (+R$ 0,22). É importante notar que, mesmo o etanol, que não foi objeto de reajuste de ICMS, registrou um aumento de 2% na média nacional, impulsionado por fatores sazonais, com o Rio Grande do Norte também se destacando com a maior elevação de 18,7% para este combustível.
Esses aumentos nos preços dos combustíveis refletem uma dinâmica econômica complexa e têm o potencial de gerar reflexos em diversas esferas, desde o custo de vida das famílias brasileiras até os custos operacionais de empresas de transporte e logística. A elevação generalizada, conforme reportado pelo Jornal de Brasília, aponta para um cenário de maior pressão inflacionária no início do ano, com o ICMS desempenhando um papel central nessa conjuntura. Acompanhar a evolução desses preços será crucial para entender os desdobramentos econômicos nos próximos meses em todas as regiões do país, incluindo impactos potenciais no Amazonas e em Manaus.
Fonte: https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/gasolina-sobe-16-e-diesel-s-10-tem-alta-de-053-na-2a-semana-de-janeiro-diz-pesquisa/
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