Opep mantém projeção de crescimento da produção de combustíveis líquidos e do PIB do Brasil

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) manteve suas projeções de crescimento para a produção de combustíveis líquidos no Brasil em 2026 e 2027, estimando que a oferta total do país, incluindo biocombustíveis, aumentará para 4,6 milhões de barris por dia (bpd) em 2026. A organização também reafirmou as estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2,0% para 2026 e 2,2% para 2027, atribuindo a expansão à flexibilização monetária e à forte atividade doméstica.

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A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) reafirmou suas expectativas otimistas para o setor de energia e a economia brasileira, mantendo as projeções de crescimento da produção de combustíveis líquidos para 2026 e 2027. Segundo relatório mensal divulgado pela entidade nesta quarta-feira, 11, e noticiado pelo Jornal de Brasília (https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/opep-mantem-projecao-de-producao-de-combustiveis-liquidos-no-brasil-em-2026/), a oferta total do país, que engloba biocombustíveis, deve registrar um aumento de 160 mil barris por dia (bpd) em 2026, alcançando uma média de 4,6 milhões de bpd. Essa projeção segue um ano anterior de expansão significativa, onde a produção brasileira de líquidos cresceu cerca de 240 mil bpd, atingindo uma média de 4,4 milhões de bpd, consolidando a posição do Brasil como um player relevante no mercado energético global, com implicações estratégicas para o cenário internacional de oferta e demanda. A análise da Opep detalha que o aumento da produção é largamente impulsionado pela elevação na extração de petróleo bruto, que em dezembro subiu aproximadamente 239 mil bpd, para uma média de 4,0 milhões de bpd, recuperando-se de interrupções observadas no mês de novembro. A produção de líquidos de gás natural (NGLs) manteve-se praticamente estável, em cerca de 95 mil bpd. Contudo, houve uma projeção de queda de 10 mil bpd na produção de biocombustíveis, predominantemente etanol, com dados preliminares de janeiro indicando uma estabilidade nessa tendência. Para 2027, a organização mantém a perspectiva de um novo aumento, estimando um acréscimo de 140 mil bpd na comparação anual, elevando a média para 4,7 milhões de bpd, com expansões esperadas em projetos chave como Búzios (Franco), Bacalhau, Marlim e Wahoo, além do início das operações no campo de Búzios e no Cluster Pampo-Enchova. No que tange ao panorama macroeconômico, a Opep também reiterou suas estimativas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. A organização prevê uma expansão de 2,0% em 2026, com uma aceleração para 2,2% em 2027. Este crescimento contínuo é atribuído à flexibilização monetária e à resiliência da forte atividade econômica doméstica, fatores que, segundo a Opep, deverão sustentar a trajetória positiva do país nos próximos anos. Tais projeções fornecem um indicativo da robustez do setor de energia e da economia brasileira em um cenário global dinâmico, cujos reflexos podem ser sentidos em todas as regiões, incluindo o Amazonas e Manaus, através de investimentos e do fortalecimento do fluxo comercial, beneficiando diversas cadeias produtivas e o desenvolvimento local. Fonte: https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/economia/opep-mantem-projecao-de-producao-de-combustiveis-liquidos-no-brasil-em-2026/

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