Redução da Devastação na Amazônia e Cerrado Desacelera, Aponta Folha de S.Paulo

Um editorial da Folha de S.Paulo destaca a redução contínua da devastação na Amazônia e no Cerrado pelo terceiro ano consecutivo em 2025, mas alerta para a desaceleração dessa queda. A matéria aborda as implicações dessa tendência para as políticas ambientais nacionais e seus impactos diretos em regiões como o Amazonas e Manaus, enfatizando a necessidade de vigilância e aprimoramento das estratégias de proteção ambiental.

Tucupi

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Redução da Devastação na Amazônia e Cerrado Desacelera, Aponta Folha de S.Paulo
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Destaque
A Folha de S.Paulo, em seu editorial, trouxe à tona uma análise sobre a dinâmica da devastação ambiental nos biomas da Amazônia e do Cerrado. De acordo com o veículo, houve uma continuidade na redução dos índices de desmatamento nessas regiões, marcando o terceiro ano consecutivo de declínio em 2025. Esta informação, embora positiva à primeira vista, sublinha o esforço contínuo das políticas ambientais e da fiscalização no combate à destruição desses ecossistemas cruciais para o equilíbrio climático global e a biodiversidade brasileira. A diminuição da devastação representa um alívio para as comunidades locais e um avanço na agenda de sustentabilidade do país, impactando diretamente estados como o Amazonas e a capital Manaus, que dependem intrinsecamente da saúde da floresta para sua economia, cultura e bem-estar social, além de serem diretamente afetados pelas mudanças climáticas e socioambientais decorrentes do desmatamento. Contudo, a mesma análise da Folha de S.Paulo aponta para um dado que exige atenção e maior debate público: a desaceleração na queda dos índices de desmatamento. Este ritmo menos acentuado na redução sugere que, embora os resultados ainda sejam positivos, os desafios persistem e podem indicar uma estagnação ou diminuição da eficácia das estratégias atualmente em vigor. A desaceleração pode ser reflexo de diversos fatores, como a pressão econômica sobre as áreas de fronteira agrícola, a persistência da grilagem de terras, a exploração ilegal de madeira e minérios, ou até mesmo a necessidade de aprimoramento das ferramentas de controle e monitoramento. Compreender as causas dessa desaceleração é fundamental para recalibrar as ações e evitar um futuro revés na proteção ambiental, garantindo que o progresso alcançado não seja perdido. Para o Amazonas e Manaus, onde a relação com a floresta é intrínseca e as consequências da devastação são sentidas de forma aguda, essa informação demanda uma reflexão aprofundada sobre as políticas nacionais de conservação. A desaceleração na redução do desmatamento pode impactar desde o regime de chuvas, fundamental para a produção agrícola, o abastecimento de água e a navegação fluvial, até a qualidade do ar e a saúde pública, além de agravar questões sociais ligadas à exploração ilegal e conflitos por terra, que frequentemente ocorrem na região. É imperativo que as políticas nacionais de proteção ambiental sejam robustas e adaptáveis, capazes de responder às complexidades regionais e garantir que a diminuição da devastação não apenas continue, mas ganhe novo fôlego, consolidando um futuro mais sustentável para a região e para todo o Brasil, conforme implicitamente discutido no editorial da Folha de S.Paulo, reforçando a importância da agenda ambiental no cenário político e social do país. Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/editoriais/

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