Custo de Construção no RN é o terceiro menor do país, ficando atrás apenas de Tocantins e Amazonas, aponta IBGE

O custo médio para construção por metro quadrado no Rio Grande do Norte é de R$1.700, sendo o menor do Nordeste e o terceiro menor do Brasil, conforme dados do IBGE. O estado fica atrás apenas de Tocantins e Amazonas, indicando variações regionais significativas nos custos de infraestrutura no país.

Tucupi

Tucupi

Custo de Construção no RN é o terceiro menor do país, ficando atrás apenas de Tocantins e Amazonas, aponta IBGE
camera_altFoto: globo
Destaque
O Rio Grande do Norte registrou um custo médio de R$ 1.700 por metro quadrado para construção, posicionando-se como o estado com o menor índice na Região Nordeste e o terceiro menor em todo o território nacional. Os dados, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e reportados pelo portal G1 Rio Grande do Norte, revelam uma dinâmica interessante no setor da construção civil brasileira. Este valor considera tanto os custos com mão de obra quanto os materiais necessários para as edificações, fornecendo um panorama abrangente sobre a economia da construção civil no estado potiguar e suas comparações em nível nacional. A pesquisa do IBGE é crucial para entender as disparidades regionais e os fatores que influenciam o mercado imobiliário e de infraestrutura em diferentes partes do Brasil, destacando a complexidade econômica do setor em âmbito federativo. Nesse cenário nacional, o Rio Grande do Norte se encontra apenas atrás de Tocantins e do Amazonas, que apresentaram custos ainda mais reduzidos por metro quadrado. A menção ao Amazonas é particularmente relevante para a análise, considerando o interesse específico em notícias que impactam a região amazônica e sua capital, Manaus, especialmente no que tange à economia e infraestrutura. Embora o estudo se concentre primariamente no Rio Grande do Norte, a comparação direta com o Amazonas fornece um ponto de partida para reflexões sobre as características econômicas e de infraestrutura que podem levar a custos de construção diferenciados em estados tão distintos geograficamente e em termos de desenvolvimento. Essa variação nos custos pode influenciar diretamente investimentos em moradia, obras públicas e empreendimentos comerciais nas respectivas regiões. As implicações desses dados são vastas, atingindo desde o poder de compra da população para aquisição de imóveis até a viabilidade de grandes projetos de infraestrutura e políticas públicas. Um custo de construção mais baixo pode, em tese, estimular o desenvolvimento urbano e a oferta de moradias acessíveis, mas também levanta questões sobre a qualidade dos materiais ou a remuneração da mão de obra, dependendo dos fatores que contribuem para essa redução. Para o Amazonas, estar entre os estados com menor custo pode significar uma vantagem competitiva para atração de investimentos em setores que dependam de novas edificações ou expansão de estruturas existentes, como indústrias e serviços, influenciando diretamente a economia local de Manaus e de outras cidades da região amazônica. Esse dado pode ser um diferencial estratégico para o planejamento urbano e econômico da Amazônia. Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/

Comentários

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será publicado. Você receberá um e-mail para confirmar seu comentário.

Carregando comentários...